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Conar questiona
legalidade de atos da Anvisa
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Por Sérgio
Mena Barreto – 02.08.10 às 12:30h |
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Em
entrevista ao Jornal Folha de São Paulo de ontem, 01 de
Agosto, o Presidente do CONAR, Gilberto Leifert, considera
que as iniciativas da Anvisa de restringir a publicidade de
bebidas, alimentos e medicamentos são autoritárias e
inconstitucionais.
As três tentativas de regulação foram questionadas pelo
órgão, que solicitou à AGU – Advocacia Geral da União –
posicionamento a respeito. Nos três casos a AGU reiterou que
a liberdade de expressão comercial é uma garantia
constitucional, e só o Congresso Nacional pode legislar
sobre a propaganda de tais produtos, opinando que a Anvisa
deveria suspender imediatamente suas RDCs.
No caso de medicamentos, as entidades atingidas tiveram de
acionar a Justiça para que as empresas representadas não
estejam sujeitas às decisões da Agência, que restringiu a
publicidade ao público leigo.
O que mais espanta é a manutenção da ilegalidade. A RDC 96,
de publicidade de medicamentos, publicada em Dezembro de
2008, continua a gerar multas, e impor condições
absolutamente ilegais às empresas instaladas no País. A
Anvisa simplesmente manteve sua resolução, ignorando a
instrução da AGU. Tornou-se explicíta a afronta às leis -
algo impensável numa democracia e no Estado de Direito.
Leia
aqui a entrevista do
Presidente do Conar. |
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Fracionamento de medicamentos |
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Por Sérgio
Mena Barreto – 26.07.10 às 17:30h |
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Em
interessante artigo publicado no jornal O
Estado de São Paulo de hoje, 26 de Julho, o
empresário Ronaldo de Carvalho, Presidente
do Conselho da Drogaria São Paulo, uma das
redes fundadoras da Abrafarma, chama a
atenção do País para a questão do
fracionamento de medicamentos. Sua análise
lança novas luzes sobre um tema importante e
que a sociedade brasileira tem de debater
com cuidado.
Em artigo publicado no jornal Brasil
Econômico em Abril passado, levantamos
alguns pontos sobre o assunto,
principalmente a contradição de aprovarmos
uma lei no Brasil ao mesmo tempo em que
muitos países discutem regras mais duras
para as embalagens secundárias como uma
resposta ao avanço da falsificação e roubo
de medicamentos – um grave problema de saúde
pública, de preocupação mundial.
Aprovar o fracionamento de medicamentos, que
na teoria visaria inibir riscos de “sobras”
de medicamentos contidos na “farmacinha”
caseira, além de uma não provada economia
para o consumidor, jogaria por terra o
combate à fraude e à falsificação. Não é
possível rastrear embalagens primárias –
fracioná-las é um risco a mais num sistema
de controle já frágil.
Forme seu próprio juízo de valor.
Leia aqui
o interessante artigo do Ronaldo de
Carvalho.
E se quiser também dar uma olhada no artigo
que publicamos no Jornal Brasil Econômico,
clique aqui.
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Prescrição Farmacêutica: O Brasil se prepara para dar mais
um passo pra trás |
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Por Sérgio
Mena Barreto – 10.06.10 às 16:02h |
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Segundo informações do site do Conselho
Federal de Farmácia (CFF), aquele órgão
pretende aprovar agora em Junho uma
resolução que obrigue o paciente a receber
uma “prescrição farmacêutica” para os
Medicamentos Isentos de Prescrição Médica (MIPs).
Na prática, ao tentar comprar um simples
analgésico ou um descongestionante nasal, o
farmacêutico deverá emitir uma prescrição
por escrito, ou poderá negar a venda ao
consumidor depois de preencher uma ficha de
atendimento farmacêutico.
Trata-se de uma evidente manobra
corporativista do CFF que, sem passar pelo
Congresso Nacional, pretende criar uma nova
categoria de medicamentos: a dos
“medicamentos isentos de prescrição COM
prescrição”. É isso mesmo que você leu !
Segundo os farmacêuticos que defendem tal
“avanço”, a “prescrição farmacêutica”
qualificará o uso dos medicamentos isentos
de prescrição médica, gerando “segurança
para os pacientes”, além de proteger contra
possíveis interações medicamentosas e
reações adversas. Ocorre que não há
insegurança alguma no uso desse tipo de
medicamento. Os dados que citam algum tipo
de intoxicação de medicamentos, por sinal
menos de 600 casos no ano passado
classificados como auto-medicação pelo
Sinitox, não citam medicamentos isentos de
prescrição. Na verdade, isso é mais uma
tentativa de cercear os direitos do cidadão.
Se aprovada tal idéia, a censura estará
definitivamente implantada, e tudo isso
aprovado num colegiado de menos de 30
pessoas.
PS - No último dia 20 de Maio, o governador
do Estado do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral,
sancionou a Lei Estadual nº 5.726
autorizando todas as farmácias e drogarias
do estado fluminense a manter os
medicamentos isentos de prescrição médica ao
alcance do consumidor. A lei anula os
efeitos, naquele Estado, da Instrução
Normativa 10 da Agência Nacional de
Vigilância Sanitária (Anvisa), em vigor
desde fevereiro último.
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EUA x Brasil: adivinhe onde é mais caro? |
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Por Sérgio
Mena Barreto – 10.05.10 às 11:25h |
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Em interessante artigo publicado no último
dia 03 de Maio no Jornal Valor Econômico, o
sociólogo Alberto Carlos Almeida, autor do
livro “A Cabeça do Brasileiro”, relata uma
experiência pessoal de compra de produtos de
higiene e beleza numa grande rede em New
York e outra em São Paulo. Apesar de pagar
um pouco mais pelos mesmos produtos na rede
norte-americana, ele traça um paralelo entre
os dois países e chega à seguinte conclusão:
nós pagamos muito mais, proporcionalmente à
renda, pelos mesmos produtos aqui no Brasil.
É verdade. E em seu artigo o próprio
articulista dá pistas acerca do motivo de
tal disparate.
Se analisarmos o Balanço publicado de uma
grande rede norte-americana e outra
brasileira, veremos que os custos
administrativos, aluguel, marketing etc são
bem parecidos. O que desequilibra mesmo o
jogo é o chamado “custo Brasil: a
elevadíssima carga tributária média de 40% e
os encargos sociais que envolvem uma
operação em nosso País.
A comparação do sociólogo se deu em produtos
de higiene e beleza. Pior ainda é o que
acontece em medicamentos: estes continuam a
ser considerados como bens supérfluos por
aqui! Somente de ICMS, o principal imposto,
o consumidor paga entre 17% e 19% sobre o
preço final. É um escândalo que o mesmo ICMS
sobre diamantes e esmeraldas seja 0%, sobre
helicópteros seja 4% e sobre cavalos
puro-sangue seja de apenas 7%. Uma absurda
inversão de valores contra a qual temos de
lutar sempre.
Veja
aqui o
artigo publico no Jornal Valor Econômico.
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STJ libera a venda de produtos de conveniência
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Por Sérgio
Mena Barreto – 03.05.10 às 12:40h |
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Em decisão proferida na tarde de ontem, 03
de Maio, o vice-presidente do STJ, Ministro
Ari Pargendler, decidiu acatar recurso da
ABRAFARMA e FEBRAFAR e manter a decisão
judicial liminar concedida à entidade pelo
MM Juiz da 5ª. Vara Federal de Brasília.
O Ministro, que havia cassado a liminar duas
semanas atrás, reconhece que a discussão se
dá no campo da legalidade ou não das medidas
da ANVISA, e mantém a liminar que permite a
venda de produtos de conveniência nas
farmácias e drogarias associadas em todo o
País. A decisão do Ministro mantém,
entretanto, seu entendimento anterior de
que os medicamentos que não precisam de
receita médica têm de ficar atrás do balcão,
fora do alcance do consumidor.
A matéria ainda está em fase de Agravo
Regimental no próprio STJ, mas na prática a
venda dos produtos de conveniências já está
liberada, independente da decisão da Corte
Especial. Caso os Ministros daquele órgão
mantenham a decisão do Ministro Pargendler,
os produtos de conveniência continuam
liberados. E na hipótese de a Corte Especial
– órgão máximo do STJ – cassar a decisão do
Ministro, os medicamentos também voltarão a
ser liberados para venda em gôndolas. O
Agravo Regimental será apreciado na sessão
do dia 19 de Maio próximo.
O Ministro vice-presidente do STJ reconhece
também que as leis estaduais que permitem a
venda de produtos de conveniência estão em
vigor, e que as farmácias não ficarão
proibidas de comercializar produtos de
conveniência. Já há, no Brasil, pelo menos
20 leis estaduais e municipais que regulam a
questão – e todas são superiores às
definições da Anvisa. Assim, ele decidiu
aguardar o desfecho dos recursos judiciais
em andamento.
Conclusão dessa nova etapa: A decisão do STJ
respeita a legislação vigente nos Estados,
respeita o andamento do processo judicial e,
principalmente, dá ao consumidor brasileiro
a chance de ter uma farmácia que atenda aos
anseios da população: 73% das pessoas
ouvidas pelo IBOPE disseram não à proposta
da Anvisa.
Confira
aqui a nova
decisão do STJ.
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Faltam médicos e por conseqüência receitas médicas |
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Por Sérgio
Mena Barreto – 22.04.10 às 17:05h |
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Matéria do Programa Fantástico da Rede Globo
exibida no último domingo, dia 16/Abril,
exibiu uma cena comum: a falta de médicos
nos hospitais. Esse é o Brasil de verdade.
Pesquisadores da Universidade Federal de
Minas Gerais apontaram, em estudo recente,
que a população de 455 municípios do Brasil
não tem acesso a nenhum médico na rede
pública de saúde EM NENHUM DIA DO ANO. Em
cerca de 1.000 municípios há médico em média
SOMENTE UMA VEZ POR MÊS.
Pra deixar claro: 30% dos municípios
brasileiros têm grave problema de acesso a
profissional médico, e por conseqüência, a
tratamento e receitas de medicamentos.
O problema não se resume à Região Norte,
geralmente mais carente, onde o percentual
de cidades que não possuem nenhum médico em
sua estrutura de saúde chega a 25,7%. Em
25,5% dos municípios do Sul e 24,4% do
Sudeste também não há médicos.
No PSF (Programa de Saúde da Família), 35%
dos municípios brasileiros continuam sem
atendimento algum.
Levanto esse tema em razão da recorrência em
se colocar a culpa nas farmácias e drogarias
pela venda de medicamentos sem receitas. Na
verdade falta acesso. E é muito simplório,
pra não dizer vexatório, alguém falar que
esse é um problema do varejo, como vemos
sempre por aí. É um problema de gestão
pública. E de todos nós, sociedade
brasileira.
Veja
aqui a
matéria do Fantástico.
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A
realidade escancarada na tv |
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Por Sérgio
Mena Barreto – 19.04.10 às 15:55h |
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O Programa Fantástico de ontem, 18/Abril, da
Rede Globo, apresentou longa matéria
especial sobre pagamento de comissões em
Farmácias de Manipulação. Aliás a reportagem
começa com uma pergunta: “Você iria a um
médico sabendo que ele recebe da farmácia
30% do que prescreve ao paciente?”. Ainda
segundo o programa, eles estavam mostrando
“situações que já foram muito faladas, mas
que até hoje não tinham sido mostradas”.
A reportagem investigativa, preparada
durante mais de dois meses nas cidades de
Curitiba, Rio de Janeiro e Salvador, jogou
luz sobre um tema que todo mundo sabe, mas
ao mesmo tempo muita gente finge que não
existe: é notório o relacionamento mais que
antiético praticado por milhares de
farmácias de manipulação com médicos em todo
o País. E no cerne da questão estão
profissionais Farmacêuticos – os mesmos que
pululam conselhos regionais, e que se
arvoram defensores da ética e acima do bem e
do mal.
Há ainda muitas questões mal explicadas
nessa área – que vão desde a origem e
qualidade das matérias primas ao
recolhimento das obrigações fiscais.
É óbvio que há também muita gente séria no
ramo. Eu diria que muito mais gente honesta
do que desonesta. Mas choca a todos ver
tamanha prova de crime exibida no horário
nobre da tv.
Confira a matéria
aqui e
tire suas próprias conclusões.
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Abrafarma no Fala Sério |
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Por Sérgio
Mena Barreto – 12.04.10 às 16:55h |
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O programa Fala
Sério, conduzido pela jornalista Salete Lemos, exibe, nesta
segunda, dia 12/Abril, um debate entre representante da
Abrafarma e do Conselho Federal de Farmácia sobre as
recentes medidas da Anvisa e outros assuntos, como acesso a
medicamentos, presença do farmacêutico na farmácia,
fiscalização e preços de
remédios
O programa de quase uma hora de duração seria exibido
segunda passada e foi postergado para hoje. Há momentos de
debates acalorados. Como sempre, o discurso ideológico
mercado x saúde veio à tona. As posições das duas entidades,
convergentes em poucos momentos, estão explicitadas
claramente. Confira.
Segunda, dia 12/Abril, às 23h, da CNT. Em São Paulo (Canal
12 da NET ).
Confira
aqui
qual o canal de retransmissão em sua cidade |
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Rastreabilidade
x fracionamento de medicamento
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Por Sérgio
Mena Barreto – 09.04.10 às 12:50h |
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Não raro temos visto, em assuntos que
referem ao segmento farmacêutico, debates e
propostas opostas, muitas vezes
contraditórias. É o que acontece nesse
momento. Ao mesmo tempo em que se discutem
definições quanto ao modelo de
rastreabilidade que será adotado no Brasil,
a imprensa retoma a discussão do
fracionamento de medicamentos.
A rastreabilidade visa a embalagem
secundária, e é uma resposta ao grave
problema da falsificação e roubo de
medicamentos – somente em 2009 mais de 300
toneladas de medicamentos falsos ou inaptos
para consumo foram apreendidos no Brasil. É
um grave problema de saúde pública, de
preocupação mundial.
Do outro lado, temos o fracionamento de
medicamentos, que na teoria visaria inibir
riscos de “sobras” de medicamentos contidos
na “farmacinha” caseira, além de uma não
provada economia para o consumidor.
O problema é que os dois temas são
absolutamente excludentes. Não é possível
rastrear embalagens primárias – fracioná-las
é um risco a mais num sistema de controle já
frágil.
Saiba mais sobre o assunto em artigo que
publicamos no Jornal Brasil Econômico.
Confira aqui!
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Carga Tributária de
Medicamentos -
Brasil x
Portugal |
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Por Sérgio
Mena Barreto – 07.04.10 às 12:02h |
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Ontem citamos a interessante matéria
do Jornal Nacional de quinta-feira,
dia 01/Abril sobre a alta carga
tributária de medicamentos. Se você
não viu, clique
aqui.
Na mesma edição, além de alertar que
é carga tributária brasileira
(33,9%) é a maior do mundo sobre um
bem tão essencial, uma segunda
matéria do telejornal comparou a
realidade brasileira e portuguesa –
inclusive citando preços dos mesmos
produtos aqui e lá.
Diferente do Brasil, os usuários
portugueses pagam um imposto único
sobre remédios, e bem menos que
aqui. Medicamentos lá são
considerados produtos essenciais.
Confira
aqui
a comparação realizada pelo Jornal
Nacional.
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Impostos de Medicamentos no Jornal
Nacional
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Por Sérgio
Mena Barreto – 06.04.10 às 10:24h |
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Em sua edição da última
quinta-feira, dia 01/Abril, o Jornal
Nacional veiculou uma interessante
matéria acerca da alta carga
tributária (33,9% ) sobre
medicamentos no Brasil.
Para se ter uma idéia de tamanho
absurdo, o ICMS de medicamentos, que
varia de 17% a 19%, é maior do que o
ICMS de veículos (12%), diamantes e
esmeraldas (0%), cavalos de raça
(7%), aeronaves, bichos de pelúcia,
flores e muitos outros produtos não
essenciais.
Há vários anos a Abrafarma tem
chamado a atenção da sociedade
brasileira para esta grave distorção
existente em nosso País. Dois anos
atrás realizamos uma campanha de
coleta de assinaturas contra a carga
abusiva de impostos sobre
medicamentos, um produto essencial
ao ser humano. Na ocasião reunimos
3.644.737 assinaturas, entregues ao
Governo Federal, Governadores e
Congresso Nacional.
Até o momento, nossos governantes se
mostram surdos ao clamor da
população. É por isso que matérias
inteligentes como a veiculada pelo
Jornal Nacional são fundamentais
para a construção de uma opinião de
todos a respeito. Nota 10 de
jornalismo. E um alerta importante
para a necessidade urgente de
mudanças nessa área.
Confira
aqui a matéria do Jornal
Nacional. Foi replicada também na
Globo News.
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Abrafarma no Fala Sério |
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|
Por Sérgio
Mena Barreto – 05.04.10 às 08:23 |
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O
programa Fala Sério, conduzido pela jornalista
Salete Lemos, exibe, nesta segunda, dia
05/Abril, um debate entre representante da
Abrafarma e do Conselho Federal de Farmácia
sobre as recentes medidas da Anvisa e outros
assuntos, como acesso a medicamentos, presença
do farmacêutico na farmácia, fiscalização e
preços de remédios.
No
programa de quase uma hora de duração, há
momento de debates acalorados. Como sempre, o
discurso ideológico mercado x saúde veio à tona.
As posições das duas entidades, convergentes em
poucos momentos, estão explicitadas claramente.
Confira.
Segunda, dia 05/Abril, às 23h, da CNT. Em São
Paulo (Canal 12 da NET ).
Confira
aqui
qual o canal de retransmissão em sua cidade.
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