Coluna Mercado Aberto

 

A desaceleração registrada pelo setor farmacêutico no início deste ano foi sentida com mais força entre os medicamentos que não necessitam de prescrição médica.

A alta no volume de vendas dos remédios sem receitas passou de 13% no primeiro trimestre de 2014 para 7,2% até março deste ano, segundo a Abrafarma (associação de farmácias), com base em dados da IMS Health.

 

A freada foi mais brusca que a do setor em geral, cujo crescimento foi de 11,7% para 8,1% no mesmo período.

 

A crise econômica, que reduziu o nível de confiança e o poder de compra do consumidor, é um dos principais motivos para o cenário.

 

A baixa nas vendas atingiu principalmente produtos que são considerados menos essenciais no curto prazo, como itens de nutrição, vitaminas e dermocosméticos.

"Isso ocorreu com menos intensidade entre os medicamentos prescritos, principalmente os de uso contínuo", diz Sérgio Mena Barreto, presidente da Abrafarma.

 

No grupo das grandes redes varejistas representadas pela entidade, o faturamento no primeiro trimestre de 2015 foi de R$ 8,24 bilhões, uma alta nominal de 10,4% em relação ao ano anterior.

 

Apesar do avanço ainda na casa de dois dígitos, ele foi inferior aos 16,7% computados de janeiro a março de 2014.

http://www.assistenciafarmaceutica.far.br

 


 

 

Venda de remédio sem receita tem recuo maior que a média do setor

Fonte: Portal Fator Brasil - 16.06.2015

 

Causou euforia e emoção entre os farmacêuticos o lançamento do curso de pós-graduação lato sensu presencial da Abrafarma, com reconhecimento do Ministério da Educação (MEC). Após o sucesso dos cursos livres para Farmacêuicos, que já emitiu quase 4.000 certificados, e da pós-graduação à distância, diversas turmas presenciais serão realizadas em todo o país.

 

Com a pós-graduação, os profissionais serão diplomados como especialistas em Farmácia Clínica e Serviços Farmacêuticos. “O curso também será aberto para farmacêuticos que não atuam nas redes associadas à Abrafarma, o que tende a acelerar o processo de transformação de drogarias e farmácias em centros de referência na atenção à saúde”, argumentou Francisco Deusmar de Queirós, presidente da entidade, durante a apresentação. Ao todo serão 360 horas e duração estimada de 18 a 24 meses.

A concepção do conteúdo e a metodologia ficaram sob a incumbência do Prof. Dr. Cassyano Correr, da Universidade Federal do Paraná e coordenador do programa de Assistência Farmacêutica Avançada da Abrafarma. A versão presencial será realizada em parceria com o i-Bras, renomado instituto acadêmico especializado no setor. As primeiras turmas serão abertas nas cidades de Campinas, Ribeirão Preto e São Paulo.

Se você está interessado em saber mais sobre este curso, clique aqui.

 

A ABRAFARMA tem na LIBERDADE DE MERCADO, dentro do setor farmacêutico, e no RESPEITO AO CONSUMIDOR os alicerces que servem de base para a sua atuação.

Assim, as empresas a ela ligadas acreditam:
 

a) que a concorrência é agente da modernidade e necessária para o aprimoramento da sua eficácia;
b) que seus interesses devem necessariamente coincidir com os interesses do consumidor, cujos direitos estão assegurados pela Constituição e pelo Código de Proteção e Defesa do Consumidor.

 

A partir desses dois pressupostos, a ABRAFARMA - através das empresas a ela associadas - defende os seguintes conceitos:

 

1- O comércio de produtos farmacêuticos é privativo das farmácias e drogarias e deve se desenvolver dentro de um contexto de livre iniciativa e de economia de mercado.

Desta forma, a ABRAFARMA é contrária ao excesso de interferência governamental - notadamente na questão de preços - que, historicamente, tem sido responsável pelas crises de desabastecimento, com sérios prejuízos ao consumidor.

 

 

2- O crescimento e o desenvolvimento das empresas associadas devem ser pautados no reconhecimento e na defesa dos princípios constitucionais, especificamente no da liberdade de trabalho e no da busca do pleno emprego.

Conseqüentemente, a ABRAFARMA é contrária a qualquer tipo de legislação ou regulamentação que venha a ferir tais preceitos, especificamente as dos seguintes tipo:

 

a) legislações que criam zoneamento restringindo a abertura de novas farmácias e drogarias;

b) legislações que proíbam a abertura de farmácias e drogarias fora dos horários estabelecidos pelas escalas de plantão;

 

 

3- O comércio de produtos farmacêuticos deve ser exercido rigorosamente dentro das especificações éticas que regulamentam o setor, principalmente no que concerne a:

 

a) venda de medicamentos de qualquer natureza - a ser feita sem nenhum tipo de indução ou de remuneração preferencial do vendedor;

b) venda de psicotrópicos e de demais produtos controlados - a ser feita somente através de prescrição médica;

 

 

4- A manutenção do farmacêutico responsável é necessária como forma de assegurar a prática adequada do comércio farmacêutico.

 

A ABRAFARMA luta para que o profissional farmacêutico de nível universitário esteja disponível para atendimento direto ao público em cada loja, em todo o seu horário de funcionamento - respeitados os acordos legais devido a particularidades locais - de modo a esclarecer às dúvidas de prescrição dos pacientes.

 

 

5- A drogaria deve poder comercializar uma linha mais variada de produtos compatíveis com a natureza de sua atividade.

 

A ABRAFARMA postula que para fazer frente à concorrência, deve ser dada a seus associados a opção de ampliar a gama de produtos oferecidos ao consumidor.

 

 

6- Para fazer frente à concorrência e às necessidades dos novos tempos a ABRAFARMA procurará promover e incentivar o aperfeiçoamento técnico de seus membros.

 

As empresas associadas, além de buscarem individualmente seu aprimoramento profissional, terão na ABRAFARMA apoio para o desenvolvimento de projetos compatíveis com esta Carta de Princípios.

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