Grandes redes de farmácias têm lucro líquido de somente 0,39%

Fonte: Portal Fator Brasil - 16.06.2015

Demonstrativo de resultados da Abrafarma de 2014 aponta queda no resultado.

 

O demonstrativo de resultados divulgado no dia 15 de junho(segunda-feira), pela Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma), relativo a 2014, indica que as 28 maiores redes varejistas do País registraram no ano um lucro líquido de R$ 126 milhões, descontada a provisão do Imposto de Renda. O valor corresponde a uma margem de 0,39% sobre as vendas brutas e um Ebitda de 3,12%, índices inferiores ao de 2013 – respectivamente, 1,81% e 5,03%. O levantamento foi realizado em parceria com a Fundação Instituto de Administração (FIA-USP).

 

“Em função do cenário econômico, 2014 foi um ano de revisão das margens de lucro, em que as empresas acabaram absorvendo parte dos prejuízos”, pondera o presidente- executivo da Abrafarma, Sérgio Mena Barreto. As vendas brutas, por sua vez, superaram a marca de R$ 28,72 bilhões do ano anterior e ultrapassaram R$ 31,93 bilhões. “Apesar de alguns indicadores negativos, o demonstrativo confirma a importância das grandes redes, tanto que elas já representam 44,5% do volume total de comercialização de medicamentos no País”, acrescenta.

 

Ainda de acordo com o estudo, os impostos e contribuições incidentes atingiram a casa do R$ 1 bilhão, contra R$ 887,8 milhões de 2013 —aumento de 12,6%. “Mas esta é somente a carga tributária direta. Vale lembrar que os impostos incidentes sobre os medicamentos (inclusive ICMS), são recolhidos diretamente pelo fabricante, já que atuamos no regime de substituição tributária”, observa.

 

A elevada carga tributária foi um dos fatores primordiais para a alta de 10,4% no custo da mercadoria vendida, que passou de R$ 20,1 bi para R$ 22,2 bilhões. O resultado operacional foi R$ 441,4 milhões. “Mesmo com custos operacionais e o peso dos impostos, ampliamos as despesas com pessoal de R$ 3,7 bilhões para 4,4 bilhões, 14% do total das vendas, reforçando nosso compromisso com a qualificação de mão de obra”, argumenta Barreto.

 


 

 

Como Sócio-Contribuinte, uma empresa passa a ter os seguintes benefícios imediatos:

A) Benefícios relativos a decisões judiciais movidas pela entidade no interesse de seus associados;

 

B) Representação dos interesses coletivos junto a órgãos como ANVISA, VISAs, Ministério da Saúde, Congresso Nacional e Poder Judiciário;
 

B) Recebimento dos informes: Hoje na Imprensa (diário), Boletim Radar, além de Informes Importantes da Presidência Executiva;
 

B) Participação nas reuniões da entidade - com a presença dos Presidentes e Diretores das redes associadas, para fins de relacionamento e decisões conjuntas;

 

C) Participação e acesso ao Banco de Dados Abrafarma - com os índices (e seus cruzamentos) de evolução mês a mês, incluindo  faturamento, Número de lojas, número de check-outs, número de funcionários, desconto médio, gastos com marketing, aluguel, etc ). O Banco de Dados da Abrafarma é mantido pela FIA-USP, em contrato que garante o sigilo de informações. É uma excelente fonte de comparação e benchmarking;

 

D) Participação e recebimento de estudos como:

·    Relatórios especiais IMS com Ranking Abrafarma (trimestral)

·    Pesquisa de perdas (semestral)

·    Demonstrativo de Resultados com indicação de lucro médio (anual)

·    Ranking Abrafarma (anual)

·    Relatórios especiais NIELSEN sobre mercado de higiene e beleza

 

E) Participação em Missões Técnicas Internacionais e outros eventos organizados pela entidade;

 

 

 

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