SOBRE A ABRAFARMA

EVENTOS 
INFORMAÇÕES
CONTATOS
ABRAFARMA - Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias
© 2019 Abrafarma. Todos os direitos reservados.

NOTA DE IMPRENSA
 

FARMÁCIA POPULAR NAS REDES PRIVADAS COMPLETA OITO ANOS DE SUCESSO

 

Número de medicamentos vendidos pelo programa cresceu de 8 milhões para 58,8 milhões, mas excesso de burocracia prejudica usuários

 

 

O programa Aqui tem Farmácia Popular, que possibilita a venda de medicamentos com subsídios de até 90% nas redes privadas, completa oito anos com números crescentes. Segundo a Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma), de 2007 a 2015, a média de clientes atendidos mensalmente passou de 335 mil para 1,9 milhão. Em todo o ano passado, mais de 22 milhões de brasileiros foram beneficiados e o número de unidades comercializadas foi de 58,8 milhões, contra 8 milhões do primeiro ano do programa.

 

“O Farmácia Popular é um dos programas governamentais com maior credibilidade entre a população. E a parceria do poder público com a iniciativa privada só corroborou essa aceitação, ao facilitar o acesso a medicamentos e impedir que a população interrompa seus tratamentos de saúde, especialmente para combater doenças crônicas como diabetes e hipertensão”, observa Sérgio Mena Barreto, presidente executivo da Abrafarma.

 

Na comparação entre 2007 e 2014, a venda de medicamentos subsidiados passou de R$ 94,92 milhões para R$ 584,19 milhões, um aumento de 515,44%. E em 2015, mesmo no cenário adverso da economia, os indicadores seguem em curva ascendente. Segundo cálculos de janeiro a maio, a média mensal de faturamento chega a R$ 50,04 milhões, contra uma média de R$ 48,64 milhões de todo o ano passado. “A julgar por esses números e pela tendência de resultados superiores no segundo semestre, que temos observado nos últimos anos, podemos terminar 2015 com quase 25 milhões de brasileiros contemplados pelo Aqui tem Farmácia Popular”, ressalta Barreto.

 

Atualmente, o Aqui tem Farmácia Popular representa 1,80% na participação total das vendas de medicamentos no País. Embora tímido, o índice confirma o crescimento permanente desde o início do programa. Porém, Barreto aponta a burocracia do sistema público como um dos obstáculos para evitar um acesso ainda maior aos medicamentos. A lista de problemas inclui receitas com prazos excessivamente curtos e prescrições preenchidas de forma incompleta pelo médico.

 

“Em pelo menos 30% dos casos, principalmente nas unidades do SUS, o médico não coloca a idade/endereço do paciente na prescrição, uma exigência do programa. Depois de meses tentando uma consulta, o paciente vai à farmácia e as redes privadas são obrigadas a não atendê-lo, sob pena de exclusão do programa por um simples detalhe como este”, exemplifica.

 

Outro problema é a necessidade de retornar à farmácia a cada 30 dias. “Para quê complicar a vida do usuário, que já sofre em razão da falta de acesso, com detalhes que podem ser resolvidos com boa vontade? Para o cliente e para a imagem do programa, a frustração causada pelo excesso de burocracia é um desastre”, questiona. A solução, já apresentada pela Abrafarma ao Ministério da Saúde, seria dar mais poder para o farmacêutico, que poderia preencher os dados faltantes no ato da compra, por exemplo. 

 

 

 

 

 

 

Balanço dos últimos oito anos (gerais e do Aqui tem Farmácia Popular)
 

 

 

 

 

 

 

 

                         * Fonte: Abrafarma

 

 

 

Sobre a Abrafarma

 

 

 

Fundada em 1991, a Abrafarma reúne as 28 maiores redes de farmácias do País, que contam com 5.600 lojas em todos os estados brasileiros e Distrito Federal. As redes associadas representam cerca de 44,5% das vendas de medicamentos no País, tendo realizado mais de 812 milhões de atendimentos em 2014, com vendas totais de R$ 32,9 bilhões. A associação tem como objetivo o aprimoramento das empresas filiadas, a preservação da imagem institucional, o relacionamento com entidades públicas, governo e fornecedores, além de apoio jurídico e pesquisa de mercado para o aperfeiçoamento das atividades.