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1º Congresso de Clínicas instiga farmácia a repensar modelo de negócios

Fonte: Portal Guia da Farmácia

 

Evento foi realizado entre quinta e sexta-feira pela Abrafarma

O 1º Congresso de Clínicas – Serviços Farmacêuticos Avançados, promovido na entre os dias 7 e 8 de novembro, no Espaço Vila Blue, pela Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma), instigou as farmácias pelo País a repensarem o modelo de negócios, especialmente com a prestação de serviços.

Portanto, além de especialistas da própria entidade, o evento contou com a participação de empresas como Hilab e Dr. Consulta, além da Câmara Brasileira de Diagnóstico Laboratorial (CBDL).

“O grande objetivo desse evento foi unir “todas as pontas dos serviços”. Apesar de falarmos muito sobre os serviços no canal farma, ainda não tínhamos uma maneira estruturada de pensar nessa questão como negócio. Nesse sentido, os participantes saíram daqui com uma visão maior do que esse nicho pode representar”, comentou, ao Guia da Farmácia, o CEO da Abrafarma, Sergio Mena Barreto.

“Vivemos numa era em que a farmácia deixa passa do papel de ‘entregar caixinhas’, para o entendimento da jornada do paciente”, pontuou o executivo.

Congresso de Clínicas mostra os novos desafios das farmácias

O consultor Eugenio Foganholo, curador do evento, afirmou que o maior desafio das farmácias hoje é fazer a gestão do paciente de forma continuada e não apenas eventual.

“As lojas precisam repensar o dia a dia do balcão e as formas de adesão ao tratamento. Mas, felizmente, vemos que as farmácias pelo País têm feito o dever de casa, com treinamento e sensibilização diante desta causa. Essa é uma onda de inovação que começamos a sentir na prática”, analisou.

O diretor da rede Drogal, Marcelo Cançado, disse que sempre ficou inconformado na restrição da atividade do farmacêutico como ‘entregador de caixinhas’. “Apesar de ir ao médico, boa parte da população resolve seus problemas e dúvidas dentro das farmácias”, conclui.

Mena Barreto reforça a importância dos profissionais da área. “Estamos ressignificando a profissão do farmacêutico no Brasil, estimulando profissionais mais empoderados e capazes de ajudar o paciente”.

O presidente da Câmara Brasileira de Diagnóstico Laboratorial (CBDL), Carlos Eduardo Gouvêa, fez uma projeção de futuro. “Vejo as farmácias como um polo de triagem e como parceiras de laboratórios”, projetou.